Faz alguns anos que passei sobre o procedimento de peeling químico e contei tudinho aqui no Muito chique para vocês. Mas, como de lá para cá algumas coisas mudaram e a tecnologia em procedimentos estéticos melhorou bastante, é hora de falar novamente do peeling químico. Sim, vale a pena ler até o final e descobrir se é esse tipo de procedimento facial que você procura. Para mim foi ótimo, será que é indicado para você também?


O que é o peeling químico?

Esse  é um tratamento cosmético que utiliza ácidos para provocar uma descamação da pele. E descama mesmo, como se você tivesse dormido sob o sol durante horas. Ele pode ser aplicado no rosto, nas mãos e no pescoço para melhorar a textura e rejuvenescer. Com a aplicação do ácido, as células se renovam e forma-se uma nova camada de pele lisa, elástica e suave. Mas nem todo peeling é igual ou tem a mesma indicação. Vamos conhecer os tipos de peeling:

Peeling químico superficial

Temos o mais levinho deles que é o superficial. Os ácidos utilizados ssão suaves, como o alfa-hidroxiácido, e esfoliam suavemente. A indicação é para quem tem manchas muito leves, acne não tão profunda e rugas superficiais.

Peeling químico médio

Aqui já são usados ácidos mais potentes como o  tricloroacético e o ácido glicólico para tratar tanto a epiderme quanto a derme. Dessa forma há a remoção das células danificadas que estão mais internas. Assim eliminamos as manchas mais escuras, acnes com cicatrizes bem visíveis e algumas rugas mais profundas.

Peeling químico profundo

Esse é conhecido por seu alto poder abrasivo. O peeling de fenol é o mais conhecidos dos peelings profundos e os tratamentos tem um resultado muito mas poderosos. Pode transformar totalmente um rosto com cicatrizes, rugas e manchas. Por outro lado, por ser bem intenso tem que ser feito sob vários cuidados. Sempre feito por um profissional sério e habilitado. Esse costuma ser o procedimento mais caro de todos e o número de sessões também varia segundo a indicação de quem avaliou.

Para quem o peeling é contraindicado ?

em pacientes com doenças de pele em atividade;
na presença de infecção no local da aplicação;
em grávidas;
em pacientes tratados, durante o último ano, com isotretinoína.