Não se fala de outra coisa nas últimas semanas. O termo cringe vem sendo usado de forma pejorativa para definir certos comportamentos. Dizem que pagar boletos é cringe, tomar café da manhã, usar sapatilha e até, veja só, dividir o cabelo do lado. Esses comportamentos da geração Z – nascidos entre 90 e 2010 – geram vergonha alheia aos millenials e passou a significar algo antigo, ultrapassado. Como a gente sabe que nossa personalidade foi formada com muitas referências e a gente paga nossos boletos em dia, a decoração cringe apareceu para deixar seu espaço residencial, profissional ou o que você quiser com uma carinha muito especial

 

 Uma casa cringe tem cores marcantes

A geração Z gosta de causar e a decoração é marcante, com cores e composições interessantes. Não é extravagante como os anos 80, cheios de néon e animal print. A casa cringe tem  composições coloridas em todos os lugares.

Uma casa cringe tem personalidade

Um traço marcante que define a  geração Z é o reforço de personalidade. Ou seja, cada um é único e a casa segue essa ideia. Os toques pessoais aparecem nos mínimos detalhes da decoração com móveis, quadros, porta-retratos, objetos trazidos de viagens e almofadas. Uma casa cringe tem referências!

Uma casa cringe tem estética impecável

Tanto os  móveis, almofadas, pisos e tudo que decora uma casa cringe tem cuidado e estética. Até mesmo  para os utensílios domésticos as combinações e o cuidado são percebidos. Ou seja, a casa cringe ama os detalhes e conta uma história sobre seus donos simplesmente um uma passada de olhos pelos ambiente. Isso é demais, não?

Uma casa cringe tem Sustentabilidade

É inegável que as causas ambientais são importantes para a geração Z e ela  não aceita nada contrário disso. Tudo precisa ser pensado nesse sentido, caso contrário vai conta tudo que os Z acreditam. A casa cringe reflete isso nas  escolhas dos eletrodomésticos, de baixo consumo e os itens fáceis de lavar para não gastar água mais do que o necessário.

Afinal, uma casa cringe é ou não é demais!