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Além de uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos, outro método que pode oferecer efeitos satisfatórios no emagrecimento são os remédios. Mas antes de tudo, é preciso deixar muito claro que eles não podem ser prescritos sem receita e acompanhamento médico.

Existem aqueles que aceleram o metabolismo e queimam a gordura localizada. Porém, eles só serão benéficos se estiverem associados à uma dieta de baixas calorias, e a prática de atividade físicas regulares.

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Caso contrário, o comum de acontecer é o tão conhecido efeito “sanfona”, onde você emagrece, e quando para de tomar a medicação, volta a engordar. O que acontece é que a alimentação regrada diminui o consumo de açúcares, gorduras e calorias, e o uso do remédio facilita a queima da gordura já acumulada. A atividade física livra o organismo das toxinas do medicamento, e diminui os seus danos, além de também ajudar no gasto calórico.

Remédios para emagrecer

Alguns dos exemplos de medicações para emagrecer, sejam elas naturais ou sintéticas, são: óleo de coco, linhaça, quitosana, e as drogas: Xenical, Ribonabanto, Lipomax ou Victoza.

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No caso dos remédios à base de anfetaminas, se forem ingeridos de maneira incorreta e logo interrompidos, podem fazer com que o apetite volte redobrado, provocando o aumento de peso.

Os medicamentos anorexígenos reduzem o apetite. Porém, o abuso da medicação pode gerar casos de anemia e até de anorexia, pois perde-se a vontade de comer. A dietilpropiona auxilia na queima e na diminuição de gordura, e o colidrato de anfepramona também é usado nessas situações.