Sabemos que a vida é feita de fases e algumas delas podem ser bem marcantes. A menopausa é uma delas e, como não podemos evitá-la,  aprenderemos juntas hoje nesse post como identificar os sintomas e o que podemos fazer para convivermos com eles da melhor forma possível. Para começarmos a falar desse assunto nada melhor do que descobrirmos o que é exatamente esse período e o que ele significa biologicamente. É natural quando tocamos nesse assunto com alguém que está passando pela menopausa,  ouvir sobre toda a carga emocional que ela carrega, e falaremos dela mais tarde, mas vamos começar sobre os fatores que mudam no nosso corpo.

Menopausa

A primeira pergunta que nos vem a mente quando pensamos em  menopausa é ” Quando ela acontece? ” e a resposta é que não há uma idade precisa e há também o fato de que ela pode ser tanto precoce como tardia deixando a tarefa de eleger uma idade bem difícil.  Em geral quando a mulher passar um ano sem menstruar os médicos decretam que a menopausa chegou.  Ela é um evento inevitável, que ocorre devido ao esgotamento dos óvulos e o consequente fim dos ciclos ovulatórios, caracterizando a transição entre a idade fértil e o climatério.

Está certo dizer que a mulher está na menopausa?

Existe uma confusão que sempre acontece quando falamos desse assunto. A menopausa é o nome dado à última menstruação da vida da mulher, enquanto climatério é o período pós-menopausa, ou seja, a fase da vida que se inicia após a última menstruação. Portanto, não é tecnicamente correto dizer que uma mulher está na menopausa. O certo é dizer que a mulher teve a sua menopausa e agora encontra-se no climatério. Então agora que já sabemos vamos sempre falar certinho, eu mesma sempre falei ” está na menopausa ” , e vocês?

Em qual fase você está?

Alguns outros termos comuns que usaremos no texto são esses aqui abaixo e os significados estão ao lado pra gente ir se familiarizando com eles:

– A menarca é a primeira menstruação da vida da mulher.
– A pré-menopausa é o período de 3 a 7 anos antes da menopausa, ou seja, os últimos 3 a 7 anos de idade fértil.
– A menopausa é a última menstruação da vida da mulher.
– A pós-menopausa é o período que inicia-se após a última menstruação, ou seja, após a menopausa. Pós-menopausa e climatério são sinônimos.
– A perimenopausa é o período que engloba a pré-menopausa e o primeiro ano de pós-menopausa.


Menopausa e pílula anticoncepcional

Não há uma data certa para a menopausa ocorrer, no entanto há um indicativo para saber se a mulher está no climatério. O principal sintoma é a escassez da menstruação. Ir regularmente ao médico é importante para confirmar se, de fato, a mulher entrou na menopausa. Em algumas mulheres, a menstruação vai se espaçando com um intervalo cada vez maior, até parar. Em outras, cessa de uma vez. Só se saberá que é a última depois de um ano sem nenhum sangramento. Então se confirma que a mulher não pode mais ficar grávida.

Se a mulher toma pílula o diagnóstico é mais difícil. A pílula cria um ciclo artificial. Em determinada idade, se surgirem contraindicações ao seu uso, pode haver a necessidade de troca por dispositivos intrauterino (DIU) ou algum método definitivo, como ligadura de trompas.

Alguns tipos de DIU com progesterona também dificultam o diagnóstico, porque suspendem artificialmente a menstruação. Se a mulher quiser ter certeza de que está na menopausa, não existirá a necessidade de retirar o DIU. Podem ser realizadas as dosagens hormonais, como as do FSH e LH, na faixa próxima a dos 50 anos.


Sintomas da Menopausa

Vamos falar de todos os possíveis sintomas  que podem acontecer antes, durante e depois da menopausa. Alguns sintomas podem ocorrer uma vez e outros durarem por muito tempo. O esclarecimento nesse momento é o melhor que você pode fazer por si mesma. Vamos agora analisar todos os sintomas detalhadamente e não se preocupe, ao final temos uma longa lista de dicas de especialistas sobre o assunto.


Calorões são sintomas da menopausa

O nome certo para os calores da menopausa é fogacho e não é à toa que eles são quase que o sinônimo desse momento da vida da mulher, acontecem com 70% delas. E porque isso ocorre apenas nessa fase? Os calores são causados pela redução da produção de estrogênio, o que provoca uma desregulação do termostato normal do corpo. Os afrontamentos iniciam-se no período pré-menopausa e costumam durar até 2 anos após a menopausa. Durante o restante do climatério, eles costumam desaparecer, mas cerca de 10% das mulheres permanecem tendo-os por muito tempo, algumas até os 70 anos. A pior fase dos calores costuma ser no ano anterior à menopausa.


Como eles acontecem?

O fogacho geralmente começa como uma súbita sensação de calor centralizado na parte superior do tórax e rosto, mas que rapidamente torna-se generalizada. A sensação de calor dura de dois a quatro minutos, é freqüentemente associada a uma transpiração abundante e, ocasionalmente, palpitações. Também são comuns a ocorrência de calafrios, tremores e um sentimento de ansiedade. A frequência dos afrontamentos varia muito, desde apenas 1 ou 2 episódios por dia até dezenas de episódios ao longo das 24 horas. As ondas de calor são particularmente comuns à noite.

1 – Use roupas confortáveis

Usar roupas confortáveis ​​é uma das coisas a considerar para evitar as ondas de calor. Roupas de algodão são as mais recomendadas.

2 – Refrescar-se

Banhos com água à temperatura ambiente ajudam a reduzir o calor do corpo. Tomar uma bebida refrescante também pode ajudar, assim como molhar a testa, os pulsos, a nuca e ficar em frente ao ventilador.

3 – Reduzir o estresse
Acredita-se que o estresse é uma causas das ondas de calor na menopausa. Use remédios naturais e outros métodos para aliviar o estresse como ioga, massagem, meditação ou a prática de exercícios físicos.


Alteração no sono é um dos sintomas da menopausa

Os afrontamentos noturnos, como já referido, são importante causa de perturbação do sono no período perimenopausa. Eles, porém, não são os únicos. Muitas mulheres na pré-menopausa têm dificuldades para dormir mesmo na ausência dos fogachos. A insônia pode surgir até 7 anos antes da menopausa e costuma se agravar no último ano da pré-menopausa. Mulheres ansiosas ou deprimidas costumam ser aquelas com maior dificuldade para dormir.


Alteração menstrual é um dos sintomas da menopausa

Isso já pode vir acontecendo antes de entrar no período pré-menopausa. Inicialmente as alterações são sutis e incluem mudanças na intensidade do sangramento e encurtamento do ciclo. Conforme a menopausa vai se aproximando, as alterações menstruais se tornam mais óbvias. O ciclo agora passa a ser irregular e torna-se mais longo, podendo durar 40 a 50 dias. O volume menstrual se altera (para mais ou para menos) e escapes podem ocorrer no meio do ciclo.


Suores noturno

A sudorese noturna é uma variante dos fogachos. Em algumas mulheres, os afrontamentos ocorrem predominantemente à noite, provocando uma intensa sudorese durante o período do sono. Em muitos casos, esses afrontamentos noturnos atrapalham o sono e agravam os sintomas de cansaço e irritação da perimenopausa. O consumo de bebidas alcoólicas durante o dia e um quarto mal ventilado colaboraram para o agravamento dos afrontamentos noturnos.

A menstruação vai se tornando cada vez mais irregular, até desaparecer. A mulher na pré-menopausa não tem como saber quando será sua última menstruação. O diagnostico da menopausa só pode ser estabelecido retrospectivamente, quando a mulher completar 1 ano sem menstruar novamente.


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Aumento do peso corporal

O metabolismo e a forma como o corpo armazena gordura se alteram com a redução dos níveis de estrogênio. O gasto calórico basal do corpo diminui, fazendo com que seja mais fácil engordar com menos calorias. Além disso, o corpo passa a ter um padrão de acúmulo de gordura mais parecido com os homens, com mais deposição de gordura na barriga e ao redor da cintura.


Dor nas mamas

Mastodinia é o termo usado para dor nas mamas. Esse sintoma é muito comum nos primeiros anos da pré-menopausa, mas vai ficando mais brando conforme a menopausa se aproxima. Em geral, ele desaparece no climatério.


Dores de cabeça

Existe um tipo de enxaqueca que está relacionada ao período menstrual, ocorrendo de forma cíclica todo o mês, logo antes da menstruação descer. As mulheres que têm esse tipo de dor de cabeça podem notar um agravamento da mesma quando entram na pré-menopausa. Mesmo mulheres que nunca tiveram dor de cabeça relacionada à menstruação podem passar a tê-la na perimenopausa. Em geral, a enxaqueca começa até 7 anos antes da menopausa e vai se intensificando conforme o ciclo menstrual vai ficando cada vez mais irregular.


Palpitações

Conforme a menopausa se aproxima, palpitações e sensação de batimentos cardíacos alterados vão se tornando comuns. Habitualmente, não há motivos para preocupação e as palpitações somem no climatério. Pacientes ansiosas e com fogachos intensos podem ter palpitações com mais frequência.


Secura vaginal

O revestimento do orgão genital feminino é composto por tecidos dependentes de estrogênio. A deficiência de estrogênio que ocorre na menopausa leva ao adelgaçamento do epitélio vaginal, resultando em atrofia da vagina (vaginite atrófica) e sintomas de secura vaginal, coceira e dor durante o ato sexual (chamada de dispareunia). A secura vaginal inicia-se na pré-menopausa, mas torna-se realmente evidente no climatério.


Redução da libido

As alterações hormonais típicas da menopausa são as responsáveis pela redução da libido na mulher. Além disso, a própria secura vaginal pode tornar o ato sexual doloroso, o que, aliado a uma redução do aporte de sangue para a região vaginal e vulvar pela deficiência de estrogênio, pode reduzir a capacidade da mulher de ter prazer com o sexo.


Falhas na memória

O estrogênio também parece ter importante papel no funcionamento normal do cérebro feminino. Na perimenopausa, as mulheres podem começar a ter lapsos de memória de curto prazo, tornando-se mais comuns esquecimentos triviais, tais como onde guardou a chaves, aniversários de amigos e datas de reuniões. Em geral, não é nada muito grave, mas em pessoas muito metódicas, pode ser algo que gere grande incômodo. Os lapsos de memória são mais comuns em mulheres deprimidas, estressadas ou muito cansadas.


Vídeo sobre os sintomas da menopausa


Dificuldade de concentração

Seguindo a mesma lógica do tópico anterior, as alterações dos níveis de estrogênio causam alterações na capacidade de concentração das mulheres na perimenopausa. Além disso, os outros sintomas da menopausa, como insônia, cansaço, ansiedade, fogachos, etc, também colaboram para uma menor capacidade de se focar nos estudos ou no trabalho.


Dor nas articulações

A saúde das articulações, tendões, ligamentos e músculos também sofre com a queda dos níveis de estrogênio. Cerca de 60% das mulheres na pré-menopausa queixam-se de dores articulares. Mulheres obesas ou com sobrepeso são as que mais têm problemas. Ao contrário de vários sintomas da menopausa que desaparecem no climatério, as dores nas articulações costumam permanecer.


Pele ressecada

A redução dos níveis de estrogênios está relacionada a uma queda na produção de colágeno, que é a substância que mantém nossa pele firme e com boa aparência. Portanto, quando a produção de colágeno é alterada, a pele fica mais fina, mais seca, mais descamativa e menos jovem. O ressecamento da pele pode provocar coceira, que em alguns casos pode ser bastante incômoda.


Queda de cabelo e unhas fracas

A saúde do cabelo das mulheres também está intimamente ligada aos níveis de estrogênio e colágeno. Na perimenopausa, a mulher começa a notar que a qualidade do seu cabelo se altera, tornando-se mais seco, quebradiço e caindo com mais facilidade. Essa situação tende a ser agravar no climatério. Assim como a pele e o cabelo, a saúde das unhas também sofre com a redução dos níveis de estrogênio. Na perimenopausa, as unhas começam a ficar mais ressecadas e fracas, podendo quebrar com facilidade.


Falta de energia

O cansaço, a falta de energia e a pouca disposição para eventos do dia-a-dia também são extremamente comuns antes da menopausa. Eles ocorrem não só pelos desequilíbrios hormonais, mas também pelas alterações de humor e pela falta de sono. Em geral, o cansaço melhora na fase do climatério.


Infecção urinária

Assim como ocorre com a vagina, a uretra, canal que transporta a urina vinda da bexiga, é revestida por um tecido muito sensível ao estrogênio. Durante a pré-menopausa ela torna-se mais fina, ressecada, menos elástica e mais irritável, facilitando a invasão por bactérias. Algumas mulheres podem passar a ter infecção urinária de repetição a partir da menopausa, situação que pode ser contornada com a aplicação de estrogênio vaginal.


Aumento dos pelos faciais

Na perimenopausa as relação entre os níveis de estrogênio (hormônio feminino) e androgênios (hormônio masculino) se alteram. Toda mulher  produz pequenas quantidades de androgênios durante a vida, cujo os efeitos são bloqueados pelo estrogênio.

Conforme a menopausa se aproxima, os níveis de estrogênios caem e os de androgênios sobem.  Esse aumento dos hormônios masculinos podem provocar o aparecimento de pelos na face da mulher, principalmente no queixo. Além do queixo, novos pelos também podem surgir na região do bigode, nas bochechas e até no peito e no abdômen.


Ossos fracos

Conforme envelhecemos, nossos ossos vão se tornando mais fracos. Esse processo é bastante acelerado pela falta de estrogênios da menopausa, fazendo com que mulheres estejam muito mais sujeitas à osteoporose e fraturas, como a do colo do fêmur, do que os homens. Conforme o climatério avança, mais comum torna-se a ocorrência de osteoporose.


Desequilíbrio e tonturas

Episódios súbitos de tonturas e perda do equilíbrio costumam se tornar mais frequentes na perimenopausa. As causas ainda não estão bem esclarecidas, mas, como todos os sintomas da menopausa, há um importante componente da falta de estrogênios.


Sensação de barriga inchada

Uma sensação de barriga inchada ou distendida é comum no período perimenopausa. Mulheres que já apresentavam esse sintoma durante a sua menstruação costumam ser as que mais sofrem nesta fase.

Acredita-se que a redução do estrogênio altere a forma com o corpo digere as gorduras da alimentação, fazendo com que haja maior produção de gases, o que seria o responsável pela sensação de barriga inchada.


Sintomas da menopausa (emocionais)

Falamos no começo do post que os sintomas emocionais são muito evidentes nessa fase e são sempre citados por quem narra o problema dessa fase. Vejamos alguns que identificamos:

Depressão pode ser um dos Sintomas da menopausa

Existe uma estimativa que diz que as mulheres na pré-menopausa têm 2,5 vezes mais chances de entrar em depressão do que em outras fases da vida. Acredita-se que a redução dos níveis de estrogênio, associada aos sintomas incômodos da pré-menopausa e ao fato da mulher reconhecer que está ultrapassando a fronteira entre a juventude e a velhice, colaborem para uma maior incidência de depressão neste período. Após o primeiro ano de climatério, o risco de depressão começa a cair.

O risco é ainda maior naquelas que têm severos sintomas da pré-menopausa, principalmente fogachos e distúrbios do sono. A depressão também pode ocorrer em mulheres que se veem aproximando-se da menopausa e ainda desejam engravidar.

Ansiedade

A ansiedade durante a perimenopausa é provavelmente causada pela queda nos níveis de estrogênio circulantes no corpo, o que reduz a produção de neurotransmissores responsáveis pela regulação do humor, como a serotonina e a dopamina.

Alterações de humor

Pelos mesmos motivos expostos no tópico anterior, a flutuação dos níveis de estrogênio é responsável pela grande variedade do humor das mulheres no período pré-menopausa. Durante um único dia, a mulher pode alternar entre euforia, raiva e tristeza, sem haver um motivo real para tal.

Como amenizar os sintomas da menopausa

Não adianta se apavorar ao ler todos os sintomas acima, o que posso dizer é que dificilmente você irá ter todos e muito menos ao mesmo tempo. Existem muitas coisas que podemos fazer para nos anteciparmos e diminuir assim a possibilidade de sofrer tanto com eles. Você pode ver mais sobre este assunto clicando aqui.

A especialista dá algumas dicas:

1. Comece a praticar atividades físicas para prevenir o ganho de peso típico da menopausa – de 3 a 5 quilos. Flutuações hormonais podem contribuir para esse aumento. É mais difícil de prevenir ou perder aqueles quilinhos a mais se você esperar até a menopausa para começar um programa de exercícios.

2. Inicie um programa de fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico, como exercícios de Kegel – série de exercícios criada nos anos 40 para prevenir problemas como a incontinência urinária – e não apenas do abdômen, das coxas ou das nádegas.

3. Faça exercícios de levantamento de pesos para manter os ossos fortes e reduzir o risco de fraturas. É prudente buscar orientação específica para adequar o tipo e a carga de exercícios mais adequada para você.

4. Desafie seu cérebro com exercícios de memória, palavras cruzadas e outros tipos de jogos de raciocínio – isso pode ajudar a diminuir o risco de perda de memória durante a menopausa.

5. Desenvolva e mantenha bons hábitos de sono, a fim de combater potenciais problemas de sono causados por quedas nos níveis de estrogênio.

6. Tente dormir o suficiente – falta de sono em si pode contribuir para a confusão mental e baixa libido, problemas frequentemente associados à menopausa.

7. Pondere com seu médico o uso de um creme tópico de estrogênio para ajudar a tratar a secura vaginal. A prática regular de sexo também aumenta o desejo sexual e faz com que a lubrificação aumente.

8. Faça todos os exames anuais recomendados pelo médico, incluindo controle de glicemia, colesterol, vitamina D e cálcio, bem como mamografias e exames pélvicos. Os resultados de uma colonoscopia feita aos 50 anos irão determinar a frequência de colonoscopias futuro.

9. Não negligencie seus dentes. Escove-os duas vezes ao dia e use fio dental diariamente para ajudar a prevenir a doença periodontal (inflamação das gengivas) – ela pode afetar sua saúde cardiovascular.

10. Limite o consumo de alimentos industrializados e mantenha uma dieta rica em verduras e em gorduras saudáveis como a do salmão, do abacate e do azeite de oliva. Consumi-las ajuda a manter os cabelos e a pele saudáveis. (Veja um post sobre sucos para a menopausa que ajudam a combater os sintomas.)

11. Mulheres em pré-menopausa devem consumir de 1.000 a 1.200 miligramas de cálcio por dia (os especialistas recomendam tomar o cálcio em duas ou três doses menores ao longo do dia) e em pós-menopausa devem tomar 1.500 mg de cálcio por dia e 500 mg de magnésio e vitamina D, para a absorção máxima do cálcio ingerido.

12. Discuta com o médico os prós e contras do uso da terapia de reposição hormonal. Ela não é recomendada para mulheres em situação de risco para câncer de mama, trombose ou doença cardíaca.

Se você optar ou não pela reposição hormonal, converse com seu médico sobre suas aflições. Procure uma ou duas amigas e converse sobre essa etapa da vida. Não passe por ela sozinha, e se quiser conversar estamos aqui também. Aproveite para conferir uma lista de alimentos que diminuem os efeitos da menopausa.

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