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Encontrar uma pessoa, se apaixonar, viver um relacionamento intenso e ter que esquecê-la após um término, não é tarefa fácil para ninguém. Uma desilusão amorosa pode doer tanto quanto um soco no estômago! Fisicamente falando, é como se a pessoa tivesse fortes dores no peito e não soubesse o que fazer para aliviar o desconforto ou diminuir a falta de ar.

Felizmente, nenhuma tristeza dura para sempre, e o poder de tirar grandes lições com nossas experiências desagradáveis, no final das contas, costuma trazer boas surpresas. Escritores, músicos, cineastas e outros artistas usaram seu coração partido para criarem grandes livros, canções e filmes. No entanto, o que mais desejamos nessas horas é tentar nos livrar dos tão temidos acessos de choro, ataques de desespero e do profundo vazio que nos cerca quando estamos sozinhos.

Como ajuda, oferecemos algumas dicas de como lidar com esse período da vida. O essencial é calma, serenidade e disciplina para seguir em frente e não procurar e nem esperar notícias ou desculpas para voltar.

Amar é um vício!

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De acordo com estudos feitos pela antropóloga americana Helen Fisher, o amor desperta certos campos de prazer do nosso cérebro, responsáveis pelo sentimento de prazer e de recompensa, assim como a cocaína ou o cigarro. Dessa forma, o amor acaba se tornando um vício! Como parte da reabilitação, é extremamente necessário se livrar de qualquer coisa que faça você lembrar do(a) ex. Isso inclui: roupas, perfumes, objetos, bichinhos de pelúcia, e-mails, fotos, cartas e principalmente redes sociais. Ou seja, pare de stalkear a vida dele ou dela no Facebook!

Não cultive pensamentos obsessivos

Quando você notar que não consegue parar de pensar na pessoa, lembre-se dos momentos ruins que ambos viveram juntos, das características que você odiava nela e na falta de interesses em comum. Além disso, procurar por uma nova paixão (mesmo que seja apenas por diversão), se manter ocupado, realizar atividades prazerosas, como sair com os amigos e a família e praticar exercícios físicos também ajuda bastante!

Dê tempo ao tempo!

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O ditado é bastante conhecido e super clichê, mas ainda é a forma mais certeira de curar dores de um amor. Quando estamos tristes parece que vamos ficar assim para sempre, não é? Mentira, gente! Uma hora passa! Mais cedo ou mais tarde, realmente passa! A antropóloga Helen Fisher notou em sua pesquisa que pessoas que haviam terminado um relacionamento amoroso depois de um certo período, apresentavam uma atividade menor em uma área do cérebro chamada de "palladium ventral" (responsável pela sensação de apego). Por isso, não se preocupem e deixem que o tempo resolva essa por vocês!

Gostaram das dicas? Vocês têm casos de grandes amores que não deram certo? Como superaram? Contem pra gente!