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Enquanto muitas mulheres investem na carreira e nos estudos, deixando o casamento e os filhos para uma fase mais tardia da vida, existem garotas que resolvem casar muito cedo. O que é ótimo se você estiver confiante com a decisão, além de ter um parceiro que admira e confia. Em outros casos, a mesma decisão pode ser ruim, caso você perceba que ainda é muito nova para ter uma responsabilidade tão grande. Impulsividade? Uma forma de sair de casa sem depender de ninguém? Ou uma decisão natural? Essas perguntas podem surgir e serem complicadas de serem respondidas.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a média de idade dos noivos está subindo.

Segundo levantamento feito em 2008, de todas as uniões realizadas no país, em 42,47% dos casos a noiva tinha entre 15 e 24 anos – índice ligeiramente menor do que a média de 2006: 44,9%. Há quatro anos, a idade média do primeiro casamento era de 25,4 anos para as mulheres contra 28,3 anos para os homens. Em 2008, o índice subiu: 26 para elas e 29 para eles. Realmente, é necessário tanta pressa na hora de casar?

Casamento Precoce – Divórcio ou diálogo?

Para que você possa responder as questões acima com cuidado e de maneira honesta, é preciso analisar com pouco mais de cuidado a sua relação amorosa. Existem pares que viram amigos, depois namorados, noivos e, finalmente, marido e mulher, de forma madura, independente da idade de cada um.  O lado bom é ambos podem construir uma vida juntos.

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Porém, existem garotas que vivenciam uma situação conhecido como "Complexo de Cinderela". Elas acreditam que terão uma vida e um casamento super  românticos e sem problemas. Quando se deparam com a realidade, percebem que as coisas não são como pensavam. E aí bate o arrependimento. Além disso, também podem perceber que o marido não tinham nada em comum com elas.

Pense bem antes de tomar uma atitude impulsiva!

Para saber se o divórcio é a melhor opção, caso existam diferenças irredutíveis entre o casal, ou se uma boa dose de paciência e de maturidade  já é o suficiente para continuar com o matrimônio, a terapia de casal, com o auxílio de um bom psicólogo pode ajudar bastante. O importante é lembrar que conflitos e diferenças sempre existirão em um casamento, e cabe a nós mesmas lidarmos com os problemas para que o relacionamento evolua e seja harmonioso e satisfatório.

Gostaram das dicas, meninas? Nos contem as suas experiências caso tenham vivido algo parecido!